Feijoadas Cariocas se reune mais uma vez para testar as panelas da cidade. A antiga Adega há cerca de 2 anos se funde com o Baixo Gago e para nossa grata surpresa a cozinha traduz exatamente o ambiente descontraído do local. O prato nas 6as feiras é sugerido para três, mas serviu na medida para quatro com porções extras de arroz e farofa, além da batata frita, exigência da Maria Lúcia...
Tudo sobre feijoadas! Do feijão ao porco, de tudo um pouco! Aqui vc encontra a diversidade de receitas da paixão nacional.Seja bem vindo!
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Baixo Gago
Feijoadas Cariocas se reune mais uma vez para testar as panelas da cidade. A antiga Adega há cerca de 2 anos se funde com o Baixo Gago e para nossa grata surpresa a cozinha traduz exatamente o ambiente descontraído do local. O prato nas 6as feiras é sugerido para três, mas serviu na medida para quatro com porções extras de arroz e farofa, além da batata frita, exigência da Maria Lúcia...
sexta-feira, 27 de março de 2009
Feijão com vista
Uma das melhores vistas do Rio de Janeiro fica na Praia de Botafogo, de onde se pode admirar a belíssima paisagem do nosso Pão de Açúcar de um lado, e o Cristo Redentor do outro. É exatamente neste pedacinho da praia que se encontra o Centro Empresarial Rio, abrigando no segundo piso do Edifício Argentina o restaurante Scotton.
Só nos restava portanto testar a feijoada servida na 6a feira ! E assim, Feijoadas Cariocas escolheu uma bela tarde do início de outono para degustar também a incomparável vista do local. Feijoeiros a postos, encontramos uma completa seleção de pertences, além de outras opções de pratos quentes e frios, e das sobremesas incluídas.
Achamos que apesar de pouco salgada, a feijoada estava corretíssima, pois as carnes compensavam o tempero, e há quem faça dieta afinal, o que não é bem o nosso caso. Lamentei a técnica do blog em restringir a degustação de apenas um prato, a fim de manter o ritmo na tarde de trabalho que ainda viria pela frente. O buffet todo era bastante convidativo para uma tarde de perdição, daquelas mesmo que fazem a fama do Carioca...
segunda-feira, 23 de março de 2009
Caminhos da Bahia
Seja bemvindo, se for de Paz pode entrar !
"Das sacadas dos sobrados, da velha São Salvador,
as lembranças de donzelas, do tempo do Imperador,
tudo, tudo na Bahia, faz a gente querer bem,
a Bahia tem um jeito..."
Feijoadas Cariocas em sua busca itinerante experimenta os Caminhos de São Salvador e São Paulo.
"Chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor..."
Vamos logo combinar que a intenção aqui era com produtos derivados do Feijão, e não a Feijoada propriamente dita. Assim, começamos naturalmente com o Acarajé, patrimônio cultural da Bahia e devidamente protegido pelas Baianas.
Pra quem não conhece, o Acarajé é um quitute da culinária afro-brasileira feito de massa de feijão fradinho, cebola e sal, frito em azeite de dendê, podendo ser servido com pimenta, camarão seco, vatapá, caruru e salada picada de tomate, cebola e cheiro verde.
Dos restaurantes famosos como Yemanjá ao mais badalado quitute, o da Cira, pessoalmente gosto mais daqueles oferecidos nos tabuleiros desconhecidos em qualquer esquina de Salvador, onde a produção é justa para o dia, e feito com muito carinho.
Mas nem só de Acarajé vive o baiano, portanto, fomos até a Ilha de Boipeba, município vizinho à Ilha de Tinharé onde se localiza a Vila do Morro de São Paulo. É lá na praia de Cueiras que encontramos o internacionalmente conhecido Guido, o Pescador. Naquela semana a Band já tinha passado por lá, entre outras emissoras que já o visitaram, mas nada abala a sua humildade.
Desembarcando na praia encontramos uma estrutura muito simples, cabana de piaçava, fogo de palha de coco e muita, muita lagosta pescada por ali mesmo. É o próprio Seu Guido quem recebe os comensais e explica os pratos de petisco ou refeição, sendo a lagosta cozida ao natural (a melhor escolha segundo ele mesmo), na manteiga ou grelhada (frita).
Mas o que tem a ver a lagosta com nosso blog ? É que pedimos a opção refeição que acompanha arroz branco, farinha da Bahia, salada e feijão fradinho !
Depoimento do Seu Guido:
Você achava que conhecia algumas misturas interessantes de Caipirinha ou Caipiroska ? Esqueça tudo e prove a alquimia das barraquinhas de frutas. Umbu cajá, siriguela, caqui, banana roxa, cacau, coco, goiaba, acerola e piri-piri são algumas das possibilidades além das conhecidas abacaxi, limão, kiwi, etc.
É meu Rei, dá um trabalhão provar tudo isto...
"O tio Sam está querendo conhecer a nossa batucada,
anda dizendo que o molho da baiana melhorou seu prato,
vai entrar no cuscuz, acarajé e abará,
a Casa Branca já dançou a batucada do Ioiô e Iaiá"
Serviço Acarajé (Salvador):
Yemanjá
Av. Otávio Mangabeira, 4655 - Jardim Armação
Tel. 71 3461-9010
http://www.restauranteyemanja.com.br/
Cira
Largo da Mariquita, s/n - Rio Vermelho
Tel. 71 3249-4170
Sábados e Domingos das 11 às 23 hs
Serviço Lagosta (Boipeba):
Seu Guido - Praia de Cueiras
Serviço Caipirinhas (Morro de São Paulo):
Barraca do Joe - rua principal da Vila
Barraca da Tânia - Segunda Praia (em frente à Funny)
O Bar - Segunda Praia (procure a Tatiana)
"Sempre fui obediente, mas não pude resistir,
foi numa roda de samba, que juntei-me aos bambas, pra me distrair,
quando eu voltar da Bahia, terei muito o que contar,
ó Padrinho não se zangue, eu nasci no samba eu não posso parar"
domingo, 15 de março de 2009
L’odeur de la feijoada
A peça, inteiramente em francês, é um saboroso monólogo musical que conta a história da feijoada, um prato cuja história está intimamente ligada à dos escravos e que, através dos séculos, tornou-se um clássico da gastronomia brasileira e foi elevado à posição de prato nacional.

O texto de Thomas Bakk fala de movimentos históricos que propuseram mudanças no Brasil e que foram influenciados pela questão da escravidão. Com uma licença poética que lhe confere originalidade, ele recupera nomes como o de Tiradentes e Zumbi dos Palmares.
No palco, ao lado da atriz Iléa Feraz, o jovem percursionista Juninho (Rafael Duvale) tempera a narrativa da história da feijoada com o toque de mais de oitos instrumentos africanos, com os quais dá ritmo a sambas, xotes e até a um inusitado funk que ajudam a compor o clima e a narrativa da peça juntamente com o trombonista Samuel Ramos.
A entrada é franca, com lugares limitados por ordem de chegada.
Serviço:
Data: 18 e 19/03
Horário: 19h30
Local: Auditório da Aliança Francesa de
Endereço: Rua Muniz Barreto, 730
Mais informações: 2286-4248 / 2539-4118