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quarta-feira, 6 de março de 2019

Feijão da apuração

Já era hora do Brasil reconhecer sua História! Este ano muitas escolas trouxeram para a avenida a temática social. A Mangueira foi buscar nos porões esquecidos a História que o país precisava escutar e o resultado não poderia ser outro: Campeã do Carnaval 2019! Salve Nação Verde e Rosa!!

 

Para a apuração escolhemos o Zig Zag, botequim comandado pelo Nonato e sua esposa Isabel e que serve caldinho de feijão e feijoada diariamente. Entre um e outro voto Jeremias nos abastecia com uma gelada para aumentar a sede de vitória.

 
 
 

Serviço:
Zig Zag
Rua Prudente de Moraes, 10
Tel 21 25224884

R$ 17, o caldinho de feijão
R$ 10, cerveja


Sobre o enredo Campeão:
HISTÓRIA PRA NINAR GENTE GRANDE é um olhar possível para a história do Brasil. Uma narrativa baseada nas “páginas ausentes”. Se a história oficial é uma sucessão de versões dos fatos, o enredo que proponho é uma “outra versão”. Com um povo chegado a novelas, romances, mocinhos, bandidos, reis, descobridores e princesas, a história do Brasil foi transformada em uma espécie de partida de futebol na qual preferimos “torcer” para quem “ganhou”. Esquecemos, porém, que na torcida pelo vitorioso, os vencidos fomos nós.

Ao dizer que o Brasil foi descoberto e não dominado e saqueado; ao dar contorno heroico aos feitos que, na realidade, roubaram o protagonismo do povo brasileiro; ao selecionar heróis "dignos" de serem eternizados em forma de estátuas; ao propagar o mito do povo pacífico, ensinando que as conquistas são fruto da concessão de uma “princesa” e não do resultado de muitas lutas, conta-se uma história na qual as páginas escolhidas o ninam na infância para que, quando gente grande, você continue em sono profundo.

De forma geral, a predominância das versões históricas mais bem-sucedidas está associada à consagração de versões elitizadas, no geral, escrita pelos detentores do prestígio econômico, político, militar e educacional - valendo lembrar que o domínio da escrita durante período considerável foi quase que uma exclusividade das elites – e, por consequência natural, é esta a versão que determina no imaginário nacional a memória coletiva dos fatos.

Não à toa o termo “DESCOBRIMENTO” ainda é recorrente quando, na verdade, a chegada de Cabral às terras brasileiras representou o início de uma “CONQUISTA”. E, ao ser ensinado que foi “descoberto” e não “conquistado”, o senso coletivo da “nação” jamais foi capaz de se interessar ou dar o devido valor à cultura indígena, associando-a “a programas de gosto duvidoso” ou comportamentos inadequados vistos como “vergonhosos”.

Comemoramos 500 anos de Brasil sem refazermos as contas que apontam para os mais de 11.000 anos de ocupação amazônica, para os mais de 8.000 anos da cerâmica mais antiga do continente, ou ainda, sem olhar para a civilização marajoara datada do início da era Cristã. Somos brasileiros há cerca de 12.000 anos, mas insistimos em ter pouco mais de 500, crendo que o índio, derrotado em suas guerras, é o sinônimo de um país atrasado, refletindo o descaso com que é tratada a história e as questões indígenas do Brasil. Não fizeram de CUNHAMBEMBE – a liderança tupinambá responsável pela organização da resistência dos Tamoios – um monumento de bronze. Os índios CARIRIS que se organizaram em uma CONFEDERAÇÃO foram chamados de BÁRBAROS. Os nomes dos CABOCLOS que lutaram no DOIS DE JULHO foram esquecidos. Os Índios, no Brasil da narrativa histórica que é transmitida ainda hoje, deixaram como “legado” cinco ou seis lendas, a mandioca, o balanço da rede, o tal do “caju”, do “tatu” e a “peteca”.

Levando em conta apenas pouco mais de 500 anos, a narrativa tradicional escolheu seus heróis, selecionou os feitos bravios, ergueu monumentos, batizou ruas e avenidas, e assim, entre o “quem ganhou e quem perdeu”, ficamos com quem “ganhou.” Índios, negros, mulatos e pobres não viraram estátua. Seus nomes não estão nas provas escolares. Não são opções para marcar “x” nas questões de múltiplas escolhas.

Deram vez a outros. Outros que, por certo, já caíram nas suas “provas”. Você aprendeu que os “BANDEIRANTES” – assassinos e saqueadores – eram os “bravos desbravadores que expandiram as fronteiras do território nacional”. DOM PEDRO, o primeiro, você “decorou” que era o “herói” da Independência, sem que as páginas dos livros contassem a “camaradagem” de um “negócio de família” tão bem traduzido pela frase do PAI do Imperador, que a ele orientou: “ponha a coroa na tua cabeça, antes que algum aventureiro o faça”. Convém esclarecer aqui que os “aventureiros” citados por DOM JOÃO éramos nós, brasileiros, e que a “independência” proclamada – ou programada - foi para evitar que tivéssemos aqui “aventureiros” como Bolivar ou San Martin, patriarcas bem-sucedidos das “independências” que não queriam por aqui.

Como “CABRAL”, o “ladrão”, que roubou o Brasil lá pelas bandas de mil e quinhentos, ou PEDRO I, que através de um acordo “mudou duas ou três coisas para que tudo ficasse da mesma forma”, tem também o Marechal, o DEODORO DA FONSECA, homem de convicções monarquistas – amigo pessoal do Imperador PEDRO II – autor da proclamação de uma República continuísta - sem participação popular - traduzida em golpe e que, na ausência de líderes, mandou “pintar” um retrato do Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o TIRADENTES, na tentativa de produzir “um personagem pra chamar de seu”.

Se a República foi “golpe”, conclui-se que “golpe” no Brasil não é novidade. Nem é novidade que a natureza dos “golpes” ainda estejam mal contadas. A rodovia CASTELO BRANCO “corta” São Paulo com “nome de batismo” em homenagem ao primeiro general “do GOLPE DE 1964”. Para cruzar a Baía da Guanabara em direção a Niterói, lá está a ponte PRESIDENTE COSTA E SILVA, o mesmo que fechou o Congresso Nacional e aditou o AI-5 suspendendo todas as liberdades democráticas e direitos constitucionais. Em Sergipe, em dias de jogos, a bola rola no estádio PRESIDENTE MÉDICI, o general dos “ANOS DE CHUMBO”, do uso sistemático da tortura e dos violentos assassinatos. Nas ruas - por terem lido um livro que “ninou” e não “ensinou” falando da suspensão dos direitos humanos, da corrupção e dos assassinatos cometidos no período – aparecem faixas para pedir “intervenção militar”, décadas depois da redemocratização.

Sem saber quem somos, vamos a “toque de gado” esperando “alguém pra fazer a história no nosso lugar”, quiçá uma “princesa”, como a ISABEL, a redentora, que levou a “glória” de colocar fim ao mais tardio término de escravidão das Américas. Nunca esperaremos ser salvos pelos tipos populares que não foram para os livros. Se “heróis são símbolos poderosos, encarnações de ideias e aspirações, pontos de referências, fulcros de identificação” a construção de uma narrativa histórica elitista e eurocêntrica jamais concederia a líderes populares negros uma participação definitiva na abolição oficial. Bem mais “exemplar” a princesa conceder a liberdade do que incluir nos livros escolares o nome de uma “realeza” na qual ZUMBI, DANDARA, LUIZA MAHIN, MARIA FELIPA assumissem seu real papel na história da liberdade no Brasil.

O fato é que a atuação de “gente comum”, ou mesmo a incansável luta negra organizada em quilombos, em fugas, no esforço pessoal ou coletivo na compra de alforrias e em revoltas ou conspirações, já enfraqueciam o sistema escravocrata àquela altura. Entretanto, ensinar na escola o nome de “CHICO DA MATILDE”, jangadeiro, mulato pobre do Ceará (líder da greve que colocou fim ao embarque de escravos no estado nordestino, levando-o à abolição da escravatura quatro anos antes da princesa ganhar sua “fama” abolicionista) não serviria à manutenção da premissa de que as conquistas sociais resultam de concessões vindas "do alto" e não das lutas. A história de CHICO DA MATILDE era inspiradora demais para o povo. Não à toa, seu nome não está nos livros.

Esses nomes não serviram para eles. Para nós, eles servem. Para nós, sentinelas dos “ais” do Brasil, heróis de lutas sem glórias ainda deixados “de tanga” ou preso aos “grilhões”, eles são as ideias que usaremos para “gestar” o que virá. “Engravidados” de novas ideias, jorrará leite novo para “amamentar” os guris que virão. Sabendo outra versão de quem é o Brasil, - não a que nos “ninou” para quando fôssemos adultos – sabendo que CABRAL “invadiu” e que, ao invés de quinhentos e dezenove anos, somos brasileiros há quase doze mil anos. Conhecendo CUNHAMBEBE, a CONFEDERAÇÃO DOS CARIRIS, cientes da participação dos CABOCLOS na luta do 02 DE JULHO NA BAHIA, e sabendo que os índios lutaram e resistiram por mais de meio século de dominação, talvez se orgulhem da porção de sangue que faz de TODOS NÓS, sem exceção, índios. Sabendo que a “bondosa” princesa Isabel deu vez a “Chico da Matilde”, “Luiza Mahin” e “Maria Felipa”, é possível que reconheçam em si a bravura que vive à espreita da hora de despertar e aí, talvez, o “gigante desperte sem ser para se distrair com a TV”.

Cientes de que nossa história é de luta, teremos orgulho do Brasil. Alimentados de leite novo e bom, varreremos de nossos “porões” o complexo de “vira-latas” que fomenta nossa crença de inferioridade. Veremos tanta beleza na escultura de ANTÔNIO FRANCISCO LISBOA quanto no quadro que eterniza o sorriso da Monalisa. Nos orgulharemos do “tupi” que falamos – mesmo sem saber. Daremos mais cartaz ao saci do que à “bruxa”. Brincaremos mais de BUMBA MEU BOI, CIRANDA E REISADO. Nossas crianças enxergarão tanta coragem no CANGACEIRO quanto no “cowboy”. Vibraremos quando SUASSUNA estrear em “ROLIÚDE” sem tradução para o SOTAQUE de João Grilo e Chicó. Não estranharemos caso o Mickey suba a ESTAÇÃO PRIMEIRA, troque "my love" por "minha nêga" e mande pintar o "parquinho" da Disney com o VERDE E O ROSA DA MANGUEIRA.

GRES Estação Primeira de Mangueira
http://www.mangueira.com.br/

domingo, 21 de junho de 2015

Bar do Ruço

De passagem por Teresópolis lembrei da foto do amigo Bonder, o Bond Buteco, exibindo no insta um belo exemplar de pernil na cidade serrana. Logo depois recebia no zap a indicação do local e de pronto rumei para o boteco.

Lá chegando, lástima ! Era 2a feira e o boteco estava fechado. Tranquilamente sentado na mesa do bar vizinho avistei um simpático sujeito e perguntei só para me certificar que o bar não iria realmente abrir naquele dia.

Diante da negativa, o sujeito passou para o lado de lá do balcão e sugeriu que eu provasse os quitutes do seu bar, sugerindo a codorninha temperada no vinho. Devorei-a sem tempo de fotografá-la para logo depois solicitar a reposição.

Conversando mais um pouco descobri que a sorridente Ana é o segredo do bar onde o dono afirma serem suas as receitas.

O friozinho daquele meio-dia na serra, a chuvinha fina que se espalhava e o ruço que descia das montanhas davam o clima para continuar a degustação.

Fui indagando do menu e na sequência tinha uma carne assada lentamente no forno com cerveja acompanhada de aipim. Depois foi a vez de um temperado caldinho de feijão com linguiça. Repeti ambos. Acho mesmo que o nome do bar deveria ser Repeteco.

O bar do Ruço surgiu recentemente do prazer de compartilhar e servir. Com preços honestíssimos e cozinha esmerada tem tudo para ser um badalado point da serra. A simplicidade da dupla na cozinha e balcão certamente conquistará incautos como eu, que acabei conhecendo por acaso, ou seria destino ?

Certo é que na minha próxima subida baterei meu ponto no Ruço esperando que a baixa temperatura permaneça inspirando o cardápio do bar e o sorriso da pequena equipe.



Serviço:
Bar do Ruço
Rua Gonçalves de Castro, 256 - Alto
Teresópolis, RJ

R$ 3, o caldinho de feijão
R$ 4, a codorna no vinho
R$ 8, a porção de carne assada
R$ 0,50 um aipim ou um jiló ou uma linguiça calabresa


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Pipo

Nem boteco muito menos pé-limpo. Auto denominado boteco de vanguarda, o Pipo é com certeza um tipo de bistrot clean com menu moderninho instalado no pedaço mais charmoso do Leblon.


Fui atraído instintivamente pela foto do caldinho de feijoada publicada no especial Rio Gastronomia 2014. A foto não desmente o produto muito menos o texto a sua descrição. É para saborear cada colherada agradecendo a Deus por podermos perceber no paladar a sutileza o sabor do feijão na montagem com espuma de couve mineira.


Fomos conhecer no pós-praia, afinal comida de boteco é perfeita nesta ocasião. 

Em sendo dia da Cachaça, homenageamos a purinha degustando os drinks da casa Caju Amigo feito com caju confit, suco de caju e gengibre e CaipiPipo com limões, rapadura, especiarias.



Pipo é o diminutivo de Felipe, o aclamado e premiado chefe Felipe Bronze, reconhecido pelas suas experiências moleculares. Assim como o nome da casa os petiscos são diminutos em tamanho o que nos levou a fazer várias provas.

Passamos pela barriga de porco caramelizada no gengibre e tucupi que vem a ser um quase torresmo do tipo macio e chega à mesa montada em formato de sushi com arroz e alface.

Pedimos ainda a porção de aipim frito pela curiosidade da espuma de queijo de coalho que o acompanha e acredite, vc vai querer repetir a experiência.

Finalizamos com o Ostrix que são dois mini-hamburgueres de ostra ! Leve, saboroso, sutil, é servido em pão de milho com recheio de ostras empanadas, molho de maionese de ostra, limão-siciliano confit e cebola roxa.



Moral da história: o Pipo é um botequim chic para momentos agradáveis, com relação custo x benefício honesta para a proposta mas que deve ser evitado em momentos de muuuuita fome ! 

Fosse eu abonado financeiramente, bateria ponto fácil por lá.

Pretendo voltar ? Claro ! Ainda falta provar entre outras delícias, a versão do chef com barriga de porco para o clássico sanduíche do Cervantes e o bolinho Croc de porco.


Serviço:
Pipo
Rua Dias Ferreira, 64 - Leblon
Tel 21 2239-9322
http://www.piporestaurante.com/

R$  9, o caldinho de feijoada com espuma de couve
R$ 15, o aipim frito com espuma de queijo de coalho
R$ 29, a dupla de brioches de ostras crocantes
R$ 27, o porquinho laqueado no gengibre e tucupi

R$ 19, a CaipiPipo
R$ 20, o Caju Amigo


domingo, 16 de dezembro de 2012

Um boteco Real

Mantenho uma lista de lugares a visitar que sirvam feijoada ou comidas de feijão.

Localizado na esquina das ruas Barata Ribeiro e Paula Freitas, o Real Chopp chama atenção pelas suas mesas sempre cheias. Morando há pouco mais de um mês na vizinhança, foi em em busca do caldinho de feijão branco com camarão que havia lido em algum lugar, que cheguei ao boteco neste domingo nublado.





Fui direto ao assunto e foi então que...Surpresa ! O caldinho não existe mais. Pedi para ver o menu e então... Surpresa ! Muitas opções de petiscos interessantes.

Cerveja gelada na mesa, começamos com pastel de lagosta. Repare bem que perguntei ao garçom se era lagosta mesmo ao que o sujeito respondeu afirmativamente. Na primeira mordida me decepcionei. Era aquela mistura de cor avermelhada que costumam servir por aí e chamam de camarão. Até percebi alguns pequenos pedaços do crustáceo pedido mas o sabor não impressionou mesmo.




Prosseguindo nossa pesquisa, e dado o parentesco do feijão com a ervilha, ambos leguminosas, pedi um caldinho de ervilha com costelinha de porco, que é servida cortada em cubinhos e desossada. Agora sim, gostei e me animei.




Fui até ao balcão pegar uma cerveja pois as mesas estavam lotadas e os garçons não davam conta da situação. Foi então que... Surpresa ! O balcão oferecia uma boa variedade de tapas como pimenta biquinho, palmito, alho, azeitonas, etc, além de um belo pernil assado e salgados diversos.





Tudo muito apetitoso, fui conversar um pouco com o dono, seu Hermínio, um português simpático que comanda o negócio há cerca de 30 anos e se orgulha da clientela fiel e selecionada. Há inclusive quem já esteja na 3a geração de fregueses.

Ele explicou que o caldinho de feijão branco com camarão é servido apenas no inverno para garantir a qualidade dos produtos. Muito justo e correto, afinal neste calor é fácil desandar qualquer prato mais sujeito à fermentação.





Me encontrei em Copa. Já adotei o Real como meu boteco ! Fiquei devendo provar o chopp mas tenho certeza que voltrei lá muito em breve.

Dica: Peça os tapas a cada 100 gramas misturando um pouco os petiscos 

Serviço:
Real Chopp
Rua Barata Ribeiro,319 - Copacabana
Tel (21) 2547-6673

R$ 8, o caldinho de lentilha com costelinha
R$ 8, a porção de favas brancas
R$ 17, a porção de bacalhau em lascas

domingo, 6 de novembro de 2011

Batucada

Simpatia é o nome de bloco, mas se tem um cara que é Mestre neste quesito, Penha é o nome !



Neste domingo o Mestre reuniu sua turma para o lançamento da camiseta e reabertura da sua oficina de percussão. Antes uma paradinha para forrar com chopp e caldinho de feijão do outro lado da rua, no Picote, bar tradicional do Flamengo. Caldinho mesmo, tipo ralinho, e o que salvou foi a empada de camarão, uma especialidade local, além do chopp gelado na pressão. No bar a galera se dividia entre os jogos do Brasileirão. Na quadra da Praça Sandro Moreira, a divisão era da Bateria Show e do Tambor Carioca que alternavam as batidas.




Se vc tem pendores para batucada e não quer atravessar o samba no próximo Carnaval, ainda há tempo de aprender o básico para não fazer feio e acompanhar o Mestre Penha no Simpatia é Quase Amor e Escravos da Mauá. É só escolher o instrumento: surdo, agogo, pandeiro, repique, tamborim ou caixa e cair no samba de vez.

Serviço:

Bar Picote
Rua Marquês de Paraná, 128, loja C - Flamengo
(entrada pela Rua Marquês de Abrantes)
Tel 21 2552-1799
R$ 5, o caldinho
R$ 3, a empada

Studio Mestre Penha
Rua Paulo VI, 62 fundos - Flamengo
Tel 21 2225-7599 e 7820-8119
http://www.mestrepenha.com


Domingo feliz é assim: batucada, comida de boteco e goleada do Mengão !